Há 5 horas
it's a new day
autobiografada por
Mozinha
Hoje, por momentos, pensei que desse para actualizar o blog a partir do telemóvel. E é capaz de dar... Mas assim que ele me mandou um berro "está a sair de uma zona Vodafone Life, deseja continuar?" eu tive medo e cancelei. Comecei a ver uma imagem minha a olhar para o saldo, a chorar. Achei então que seria melhor ficar quieta. Ia actualizá-lo com uma foto. Mas não deu. Podia pô-la agora, mas isso implicava uma série de coisas e, por conseguinte, ter que me mexer.
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Posso dizer que a festa de anos correu muito bem. Lembro-me de tudo, embora o tempo e a bebida tivessem começado a correr, de mãos dadas, e eu nunca mais os tenha visto. Mas foi muito giro. Gostei. Recebi prendinhas muito giras.
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Posso dizer que saí do trabalho onde estava. Agora ou encaro um projecto novo ou encaro uns tempos de férias. Não me importo. Qualquer um deles serve.
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Tenho um argumento para escrever e nem sei por onde começar. Agora começo por ir lanchar e ver televisão. Até ja.
Thriller
autobiografada por
Mozinha
É estranho pensar que há pessoas que nunca morrem. Há uns tempos tive uma conversa deste género... É mau pensar que nunca mais será feito um filme com o Heath Ledger. É pior pensar que daqui a 15 anos já não há actores como o Sean Connery, o Anthony Hopkins ou o Al Pacino. E disseram-me que sim, iria haver. Temos sempre o Johnny Depp, o Russell Crowe ou o Colin Farell. Eu concordei. Hoje percebo que não é a mesma coisa. Apesar de serem actores completos, não é a mesma coisa.
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Apesar de ter sido criticado por todos, apesar de ter sido acusado da pior coisa que se pode ser, apesar de ter mudado de pele e ser estúpido, embora preto, até era bonito. Nunca mais vai existir um Michael Jackson. Faz-me confusão ver as notícias. É o Michael Jackson e o Michael Jackson não morre.
(queria por aqui o thriller, mas o youtube bloqueou os videos todos... é o preço da fama!)
Cada patacada...
autobiografada por
Mozinha
Fui ao dentista e, como esperei meia hora pelo homem, estive atentamente a ver televisão. Deve ser fantástico trabalhar na produção do programa Fátima. O brainstorming para o programa de hoje deve ter sido mais ou menos assim...
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- Então e que tema pomos para amanhã?
- Sei lá... Já há casos da gripe A em Portugal?
- Isso ainda é um tema muito vago... Se tivessemos mais boatos sobre a Maddie é que era!
- Pois... Podemos é chamar o Gonçalo Amaral cá mais umas cinco vezes... Acho que o pessoal ainda aguenta. Ou o Hernani Carvalho!!! Esse é fixe porque sabe sempre tudo!
- Podemos também falar sobre o avião que caiu...
- E dizemos o quê?
- Sei lá... Pedimos opinião às pessoas... Mantemos um número aberto e as pessoas dão a sua opinião sobre a queda...
- Humm... Isso é fixe! Ou melhor ainda!! O tema pode ser: As pessoas que não morreram no avião, porque nem sequer compraram bilhete!!!
- Que espectáculo! É isso mesmo!
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E pronto... Abre com a Merche a dizer "De seguida teremos aqui a presença de pessoas que não morreram no avião! Podemos chamar-lhe sorte ou destino... São pessoas que eram para ter comprado a passagem para aquele voo e que acabaram por não comprar! É mesmo obra do destino! (mudança de tom) Mas agora temos a Árvore das Patacas!! (e toda a gente aplaude e sorri!)
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E agora eu pergunto: porque é que não me ligaram para ser entrevistada? Eu não morri no avião. Também não comprei passagem... O meu destino é o quê? Não ter dinheiro para viagens? Fixe.
Again and again
autobiografada por
Mozinha
Ouvi dizer
Que o nosso amor acabou
Pois eu nao tive a nocao do seu fim.
Pelo que eu ja tentei
Eu nao vou ve-lo em mim
Se eu nao tive a nocao de ver nascer o homem.
E ao que eu vejo
Tudo foi para ti
Uma estupida cancao que só eu ouvi
E eu fiquei com tanto para dar
E agora nao vais achar nada bem
Que eu pague a conta em raiva
E pudesse eu pagar de outra forma
E pudesse eu pagar de outra forma
E pudesse eu pagar de outra forma
Ouvi dizer
Que o mundo acaba amanha
E eu tinha tantos planos p'ra depois
Fui eu quem virou as paginas
Na pressa de chegar até nós
Sem tirar das palavras seu cruel sentido.
Sobre a razao estar cega
Resta-me apenas uma razao
Um dia vais ser tu
E um homem como tu
Como eu nao fui
Um dia vou-te ouvir dizer
E pudesse eu pagar de outra forma
E pudesse eu pagar de outra forma
E pudesse eu pagar de outra forma
Sei que um dia vais dizer
E pudesse eu pagar de outra forma
E pudesse eu pagar de outra forma
E pudesse eu pagar de outra forma
A cidade esta deserta
E alguém escreveu o teu nome em toda a parte
Nas casas, nos carros,
Nas pontes, nas ruas...
Em todo o lado essa palavra repetida ao expoente da loucura
Ora amarga, ora doce
Para nos lembrar que o amor é uma doenca
Quando nele julgamos ver a nossa cura
autobiografada por
Mozinha
O que é pior que o piquenique do Tony Carreira?
De momento, não me lembro de nada...
De momento, não me lembro de nada...
autobiografada por
Mozinha
Porque raio é que existe um programa na MTV "Paris Hilton New Best Friend Forever"?
autobiografada por
Mozinha
Dr. Gregory House: I can fix it, but it's going to cost you $3.75. I'm not just going to give you my coffee.[Offers the coffee to Rosabel]
Dr. Gregory House: Think of it as Costa Rican sober juice.
Katherine: She's drunk?
Dr. Gregory House: That little minty scent hiding beneath the rose petal perfume and the cherry blossum moisturizer, and the morning dew hairspray. You sneak into mommy's bathroom, gulp some of her mouthwash?
Rosabel: Gotta be perfect.
Dr. Gregory House: You spit it out?
Rosabel: Mommy doesn't.
Acabou-se
autobiografada por
Mozinha
autobiografada por
Mozinha
O meu olhar é nítido como um girassol.Tenho o costume de andar pelas estradas
Olhando para a direita e para a esquerda,
E de vez em quando olhando para trás...
E o que vejo a cada momento
É aquilo que nunca antes eu tinha visto,
E eu sei dar por isso muito bem...
Sei ter o pasmo essencial
Que tem uma criança se, ao nascer,
Reparasse que nascera deveras...
Sinto-me nascido a cada momento
Para a eterna novidade do Mundo...
Creio no mundo como num malmequer,
Porque o vejo.
Mas não penso nele
Porque pensar é não compreender...
O Mundo não se fez para pensarmos nele
(Pensar é estar doente dos olhos)
Mas para olharmos para ele e estarmos de acordo...
Eu não tenho filosofia; tenho sentidos...
Se falo na Natureza não é porque saiba o que ela é,
Mas porque a amo, e amo-a por isso
Porque quem ama nunca sabe o que ama
Nem sabe por que ama, nem o que é amar...
Amar é a eterna inocência,
E a única inocência não pensar...
Alberto Caeiro, em "O Guardador de Rebanhos", 8-3-1914
Em que estás a pensar?
autobiografada por
Mozinha
Mónica Neto está a pensar que existiu uma altura da sua vida em que não vivia sem o mIRC. E porquê? Não sabe. Mas era obrigatório estar lá, procurar gente conhecida. Se não conhecia, não falava. Mas estava lá.
Mais tarde foi abalrroada pelo MSN. Aí o caso já é diferente... Ou não. Porque, no fundo, pode não estar a falar com ninguém, mas está lá. Conhece todas as 300 e tal pessoas da sua lista de amigos, não fala com ninguém porque não lhe apetece, mas está lá. De fronte para o ecrã, a olhar.
Agora que está a ficar farta do MSN, não larga o Facebook. E porquê? Porque este está sempre a perguntar em que está a pensar! Mas que raio é que te interessa? Mónica Neto poderia levantar o cú que está assapado na cadeira e ir ver as Tardes da Júlia. Mas não. Júlia não quer saber aquilo em que Mónica Neto está a pensar. Júlia não faz quizes de how well do you know her/him? E logo o Facebook ganha a Júlia.
Quando o Facebook já se torna um pega monstros na vida de Mónica Neto, aparece alguém que diz "olha, vamos aderir ao Twitter!! Só para eu ver como é! Va lá!" e Mónica Neto não tem mais nada... Agarra em si mesma e pumba, inscreve-se no Twitter. Quando pergunta àquele que a desafiou "então? qual é o teu nome?" este diz-lhe "porra. tenho de ir. volto mais tarde..."
Agora tem o Facebook, o Twitter o Blog e o MSN às costas. E para quê?
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